Memórias de Campo Grande

Em junho de 2026 ocorreu mais um Congresso de Psicodrama, momento de reflexões, partilhas, aprendizagens e encontros.

Junto a outras colegas, coordenei três atividades: a Mesa Redonda com o tema Do que não abro mão no Psicodrama, focada numa discussão sobre ética e política; a Vivência Morra, Amor: releitura dos papéis de gênero a partir da obra de Ariana Harwics; e a Vivência Percursos e Narrativas do papel profissional: entre a criação e o assujeitamento.

Todas essas atividades foram muito importantes e enriquecedoras, possibilitando ampliar o repertório das práticas psicodramáticas e refletir sobre o papel do psicodramatista nas temáticas mencionadas, quais sejam: ética, gênero e desempenho do papel profissional.

Que venham novos Congressos!

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