Todos temos histórias para contar, de nossas experiências pessoais ou não, de nossos sonhos e pesadelos, de nossas angústias e conquistas. Quando contamos uma dessas histórias, utilizamos a linguagem, que pode ser verbal, escrita, gestual, gráfica, etc. Os livros são histórias, o cinema e o teatro também.
As histórias, nossas e dos outros, vividas ou inventadas, enfim pronunciadas, ouvidas, filmadas ou desenhadas, alimentam nossa imaginação e nossa realidade. Através delas, podemos nos transformar se quisermos.
Contando histórias para nossos filhos, por exemplo, contribuímos para a construção de um vínculo de afetividade saudável e compartilhamos imagens interessantes. Um cão que voa, um menino que visita o arco-íris, uma árvore que alcança o céu sugerem algo como a liberdade.
E por falar nisso, existe liberdade maior, no nosso mundo contemporâneo, tão controlado e violento, do que dar-se o direito de sonhar e imaginar?
Olá Andreia,
Acredito que a falta da presença dos pais o momento de um simples contar uma história do que aconteceu no dia. A falta desse ritual levou as pessoas a deixar o sonho e a imaginação de lado e agora surgem "atividades" destinada a apenas isso, sonhar e imaginar.
Por isso a importancia do resgate entre amigos e familiares desse ritual
até mais
Lívia
Olá!
Eu amooooo, sempre ameiiiii, contar estorias para crianças e até adultos. Eu sinto prazer. Gosto de interpretar. Talvez eu ensinei à minha filhar amar ler livros. Ela adora e sei que fui importante para seu mundo criativo de criança.
Bjs